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| Em Defesa de IWTB | |
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| Tweet Topic Started: 28 Nov 2009, 07:10 PM (316 Views) | |
| Belinha | 28 Nov 2009, 07:10 PM Post #1 |
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Só porque eu adorei esta review (e o filme, já agora ). Espero que gostem. Desculpem a tradução, foi o melhor que consegui neste momento. EM DEFESA DE: "THE X-FILES: I WANT TO BELIEVE" por Eugene Novikov Há já muito tempo que queria escrever isto, mas quis esperar até ver The X-Files: I Want to Believe uma segunda vez, o que finalmente fiz ontem, numa bela versão Blu-Ray. Sou um fã de X-Files com uma longa história; a série, que comecei a ver com 13 anos, é uma das minhas experiências formativas como espectador; ligo a minha paixão actual por coisas ambíguas, fantásticas e do outro mundo à brilhante criação de Chris Carter. E eu discordo em grande plano do consenso de opiniões tanto dos fãs como dos leigos sobre I Want to Believe. Ainda acho, tal como achei no Verão de 2008, que o filme é um fantástico episódio de X-Files. Mas, mais importante que isso, ainda acho que é uma verdadeira despedida emocionante a duas personagens adoradas, e uma das mais satisfatórias peças de encerramento que qualquer série ou franchise de longa duração nos ofereceu. Uma coisa que eu penso que desiludiu as pessoas foi a melancolia nevada do filme que substituiu o terror apocalíptico do anterior Fight de Future, em 1998. Existe alguma excitação, algumas gargalhadas, mas a tendência geral assemelha-se mais à de “Beyond the Sea”, o sério e adorado episódio da primeira temporada que se preocupava mais com demónios pessoais do que actuais. É difícil culpar os espectadores por esperarem algo maior e mais berrante do que aquilo que foi, afinal, considerado como o retorno triunfante da série. Mas é também difícil culpar – a qualquer nível – Chris Carter e a sua equipa por quererem levar o filme noutra direcção. Em vez de fazerem Mulder e Scully sairem em acção, eles preferiram metê-los na cama, abraçá-los e prender-lhes os cobertores. A noção central da série era, claro, a infinita teoria da conspiração de Mulder e o seu entusiasmo no sobrenatural a embater contra o racionalismo céptico e obstinado de Scully. O que I Want to Believe tenta fazer é retirar a camada relativa a essa dinâmica para revelar algo subtilmente diferente por baixo. Mulder e Scully deixaram o FBI e já não, como Scully menciona, “perseguem monstros na escuridão”. Mas a escuridão não os abandonou. O que antes era a cruzada de Mulder agora mais parece uma fé desesperada numa qualquer religião: ele quer acreditar que o padre Joe de Billy Connoly recebe visões de um poder superior porque, se não o fizer, já não existe nada no mundo para ele, tal como não existe esperança para a sua irmã desaparecida, cuja morte ele parece por fim aceitar. E Scully parece perdida numa constante crise de fé; nem o seu background científico nem as suas proximidades religiosas (ela trabalha agora num hospital católico) a levam a lugar nenhum. A história aparentemente irrelevante sobre o menino doente e a terapia de células estaminais é a chave para o filme. A dinâmica legendária entre os dois também mudou, mais uma vez de maneira natural e subtil. Existe menos sarcasmo e humor, mas se há algo que I Want to Believe deixa claro é que Mulder e Scully são almas gémeas – duas metades cansadas de um total violentado. Nós quase nem nos surpreendemos por descobrir que eles estão a viver juntos, apesar de os factos do filme nos apanharem de surpresa. Talvez esteja sozinho, mas acho que a sua última cena é extremamente comovente. Mulder e Scully foram feitos um para o outro, mas estão destinados a nunca ficarem juntos – motivados por paixões, obsessões e medos diferentes. O que, infelizmente, faz todo o sentido. Acho que a história principal de I Want to Believe - a parte semelhante à troca de corpos de Frankenstein – é maravilhosamente horrível, assustadora e convincente, da mesma maneira que alguns dos melhores stand-alones da série foram. Mas esta é essencialmente um logro para tornar o filme mais ou menos acessível àqueles que ainda não conhecem a franchise. O que Chris Carter aqui queria fazer era, penso eu, dizer adeus de uma maneira que fizesse justiça a estas personagens. E acho que ele conseguiu. À segunda vez, o último momento do filme – a Dr. Scully a fazer aquilo que ela acredita ser o correcto, mesmo com o seu paciente, os seus colegas e algumas freiras a julgá-la com o olhar – parece-me ser absolutamente perfeito. Foi como se toda a série nos tivesse conduzido a este momento. Não podemos dar uma segunda oportunidade a este filme? Original aqui. PS.: Edited by Belinha, 28 Nov 2009, 07:13 PM.
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| Lyh_Scully | 6 Apr 2010, 11:03 AM Post #2 |
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Eu gostei mto foi um bom MOTW , ao estilo de 'Home' se alguem perceber o qu quis dizer , no entanto o que o pessoal queria era que fosse da mitologia como o primeiro por isso este filme teve tanto hate .... |
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| Belinha | 17 Jun 2010, 07:09 PM Post #3 |
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É verdade. O que é uma pena, a meu ver... XF é tão mais que a mitologia. O que eu nunca percebi muito bem é que o Chris sempre disse, desde que começou a falar do segundo filme, que seria um MOTW. Então, porque é que tanta gente ainda esperava por uma continuação da mitologia pouco antes do filme sair?
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8:02 PM Jul 11
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). Espero que gostem. Desculpem a tradução, foi o melhor que consegui neste momento.



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