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Centro de interpretação da arte rupestre do Tejo
Topic Started: Nov 28 2009, 01:32 PM (187 Views)
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Centro de interpretação da arte rupestre do Tejo em Vila Velha de Ródão vai a concurso em 2010


OJE/Lusa, 06/11/09, 15:19



A Câmara de Vila Velha de Ródão vai lançar no próximo ano o concurso para um centro de interpretação da arte rupestre do Rio Tejo e arqueologia do concelho, disse hoje à Lusa a presidente da autarquia.


A estrutura orçada em 1,5 milhões de euros vai ficar instalada no antigo edifício dos paços do concelho, hoje espaço cultural, onde algumas das peças já estão expostas, adiantou Maria do Carmo Sequeira


"O projecto está concluído e aguarda revisão. Contamos até final do Verão de 2010 lançar o concurso para a obra", disse a autarca.


No Tejo, ao largo de Vila Velha de Ródão, há cerca de 20 mil gravuras rupestres das primeiras sociedades agrárias, num dos maiores complexos do género na Europa. A maioria das figuras estão submersas, outras estão acessíveis através de visitas de barco.


O centro vai contextualizar o levantamento de gravuras, feito em moldes antes da barragem do Fratel as submergir (1974).


"O centro de interpretação vai incluir quatro áreas: arte rupestre, arqueologia, geologia e geomorfologia", explicou a autarca.


O fóssil de um dente de elefante é uma das peças em destaque, já hoje exposta, encontrado durante trabalhos arqueológicos nas décadas de 80 e 90 na Foz de Enxarrique - prova de que há 33.500 anos os últimos elefantes da Europa terão passeado pela região.


Outros vestígios de fauna, parentes de cavalos, veados e aves, bem como inúmeros artefactos humanos, constituem o espólio.


As formas de valorizar e divulgar as gravuras rupestres do Tejo e outros sítios arqueológicos de Vila Velha de Ródão vão estar em debate num encontro sobre o tema marcado para sábado.


A Casa das Artes e Cultura do Tejo vai organizar uma mesa redonda sobre Arqueologia e Geomorfologia no concelho, que durante todo o dia vai reunir investigadores para um balanço de conhecimentos e estudo de perspectivas.


Além das gravuras rupestres, há monumentos megalíticos, locais de mineração que remontam à época romana ou até anterior, entre outros sítios arqueológicos, "muito interessantes para contar a história da região", destacou à Lusa, João Caninas, arqueólogo e investigador da Associação de Estudos do Alto Tejo, que promove o encontro juntamente com a Câmara de Vila Velha de Ródão.


"Como pegar neste potencial e comunicá-lo de forma eficiente" é um dos desafios que se coloca, assim como divulgar boas práticas de protecção dos sítios e aprofundar algumas linhas de investigação, por exemplo, no que respeita à milenar exploração do ouro no concelho.


Os meios disponíveis vão determinar o ritmo a que o manancial de sítios arqueológicos identificados se poderá transformar em locais catalogados e "visitáveis pelo público", concluiu.
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