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Foz Côa; Todo-o-terreno e novas experiências
Topic Started: Sep 30 2009, 01:55 PM (205 Views)
PedroS
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Todo-o-terreno e novas experiências para ver as gravuras

Um novo modelo de visitação ao Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) foi apresentado, propondo um percurso em jipe próprio aos núcleos de gravuras, uma oficina experimental de arqueologia e uma prova de vinhos numa quinta da região durante um dia.


A nova experiência pode começar logo à chegada, junto ao Centro de Recepção da Muxagata (Vila Nova de Foz Côa), com a simplicidade da dona do café Real que nos atrasa o café da manhã. Está afogueada por vir de dar à enxada no quintal das traseiras, notando que, "infelizmente", pouca gente ali tem aparecido.


Seja talvez por isso que se abre agora um novo modelo de visitação na área do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC).


Propõe-se que o visitante se apresente em jipe próprio, para os meses molhados de Outubro a Abril - época baixa - até que os trilhos cheios de pó não o permitam.


Segundo António Abrunhosa, técnico do PAVC, amante do todo-o-terreno e mentor deste novo projecto, "a ideia é tentar moldar as visitas a cada novo grupo adepto do todo-o-terreno, que de uma maneira geral gosta de lama, possibilitando uma visita diferente ao Vale do Côa".


Foi estabelecido pelo Parque Arqueológico do Vale do Côa um modelo de visitas, para os próximos 6 meses, e em período experimental, em que se admitirá um máximo de 5 jipes/percurso, mais a viatura do parque que os acompanha, para um mínimo de dez participantes e um máximo de 25.


Para a Directora do PAVC, Alexandra Cerveira Lima, a ideia é criar novos motivos de interesse e chegar a públicos diversos, "neste caso um público que gosta menos de ser conduzido do que de se perder em percursos mais longos, durará um dia inteiro, contra as actuais visitas que podem ir no máximo até 3 horas".


"Queremos diversificar para que as pessoas possam voltar novamente e para que cada técnico do Parque possa colocar a sua experiência ao serviço do público, através de oficinas como a de arqueologia experimental, procurando trazer ofertas, regulares, mas que não esgotem tudo de uma só vez", sublinha a Directora do PAVC.


O destino das visitas pode ser ao núcleo de arte rupestre do Fariseu, cuja gravura picotada de um auroque (bovídeo), sobressai junto a uma rocha submersa apontada como uma das mais espectaculares réplicas a apresentar no futuro Museu do Côa.


O Vale do Côa é sempre diferente no decorrer do ano e nesta altura são as giestas em flor que marcam a paisagem de tons de verde juntamente com as parras que se começam a soltar dos troncos das videiras.


Já na oficina de arqueologia experimental, o visitante é ensinado a lascar materiais para o fabrico de utensílios para a caça, como o sílex, ou é aliciado, perante a fome, a deslocar-se para um local de refeição proposto pelo parque - em alternativa, o grupo pode solicitar a variante de piquenique.


Por marcação, feita com mínimo de uma semana de antecedência, será possível moldar uma visita que pode incluir uma prova de vinhos numa adega ou quinta do Douro, ou por alturas do fabrico do azeite, saboreá-lo ainda quente, com batatas a murro e bacalhau, numa tradicional lagarada nas aldeias do Vale do Côa.



Lusa/Fim


http://sic.sapo.pt/online/noticias/ultimas/2009/03/29/todo-o-terreno-e-novas-experiencias-para-ver-as-gravuras.htm
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JoaoNAUP
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Ei, s'eu tivesse um jipezinho lá ia outra vez a fôz coa.

Para quando o NAUP subsidia a compra de um veiculo TT'?? isso é que era de valor :lol:
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