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General abre polêmica sobre homossexuais entre militares; Você concorda com essa afirmação?
Topic Started: 5 Feb 2010, 08:12 (262 Views)
Petit Ange
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. My Highness .
Inaugurando a área, vamos começar com polêmica. -qq

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As declarações feitas pelo general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado para ocupar uma vaga de ministro do Superior Tribunal Militar (STM), de que militares homossexuais não teriam condições de comandar tropas geraram inúmeras críticas nesta quinta-feira em todo o país.

"Retrógrada" e "infeliz" foram algumas das palavras usadas por políticos, advogados e um ex-sargento conhecido por ser o primeiro a se declarar abertamente homossexual no Exército brasileiro para classificar as afirmações de Cerqueira Filho.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, considerou "lamentável que este tipo de discriminação ainda continue existindo nos dias de hoje nas Forças Armadas brasileiras".

Segundo ele, "a defesa do país tem que ser feita por homens e mulheres preparados, adestrados e treinados para este fim, independentemente da opção sexual de cada um".

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) já antecipou que vai pedir que Cerqueira volte a ser chamado perante a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que aprovou por unanimidade sua designação para uma vaga no Supremo Tribunal Militar (STM).

"Um princípio fundamental da Constituição é a dignidade da pessoa sem preconceitos por sexo, cor ou idade, e quero que voltemos a ouvi-lo para esclarecer que não está contra a Constituição", disse Suplicy.

Senadores membros da comissão se justificaram pela aprovação de Cerqueira Filho afirmando que a votação havia sido feita antes do militar manifestar seu ponto de vista.

Quem também criticou o general foi o ex-sargento Fernando Figueiredo, conhecido no Brasil por ter assumido um relacionamento com o colega de farda Laci Araújo.

"Isso mostra que ele (o general) desconhece a história. Alexandre, o Grande, era homossexual e a tropa obedecia. Trabalhei 15 anos nas Forças Armadas e nunca fui desrespeitado", disse.

A polêmica começou quando Cerqueira Filho foi perguntado por Suplicy e pelo também senador Demóstenes Torres (DEM-GO), em audiência na CCJ, se aceitava ou não a presença de homossexuais em tropas.

O general respondeu que os militares não obedecem normalmente "indivíduos desse tipo".

"Não é que eu seja contra o homossexual, cada um tem que viver sua vida. Entretanto, a vida militar se reveste de determinadas características que, em meu entender, tipos de atividades que, inclusive em combate, pode não se ajustar ao comportamento desse tipo de indivíduo", afirmou.



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E eu me odeio por isso(?), mas sinto-me inclinada a concordar com o general. G_G

Por favor, eu realmente não tenho nada contra homossexuais. Até porque tenho uma esposa *CAHAM*. -q ...Mas acredito que tanto a mídia quanto os próprios homossexuais estão se iludindo nesse caso. A mídia por transformar qualquer debate sobre os gays, que por sinal estão ficando levemente "eu posso TUDO", em uma polêmica. Ela tem um toque de Midas nesse sentido. G_G

Enfim, não é pra reclamar da mídia não. -qq

O general nada mais falou que a óbvia verdade: há lugares e lugares. É, basicamente, como enfiar um peão num salão de beleza. Um quartel é um lugar que preza ordem. Já temos exemplos claros em países como os EUA, onde mulheres são convocadas pro serviço: lá, o sexo, por mais que vivam homens e mulheres em alojamentos separados, acontece. E com isso, a disciplina, a ordem, tudo fica fragilizado. E o que é o serviço militar? Respeito à hierarquia e ORDEM.

Com homossexuais *assumidos*, haveria tudo o que há numa relação amorosa: intrigas, picuinhas, ciúmes, bajulação... E isso dentro de um quartel. E aí onde ficaria a ORDEM e o respeito à hierarquia?

Sinceramente, por mais que eu me odeie por isso(?), preciso concordar que Exército e Forças Armadas e o escambau não é lugar para um homossexual *assumido*. E é isso. Vou ser chamada de velha retrógrada, mas estou preparada. -qqq

Aliás, edit¹: ...Que incoerência é essa de não aceitar gays *assumidos* e os não-assumidos sim? São gays do mesmo jeito. Cahem... É incoerente, cabei de perceber. G_G *se apanha*

Edit²: na verdade, a questão nem é a opção sexual do indivíduo, propriamente dita. É mais a ação. Homossexuais vão erguer suas armas e apontá-las para seus inimigos ou afinar a voz e correr em debandada? G_G

Como já disse uma opinião que li a respeito: "A atividade militar sempre considera apossibilidade de um dia ter que entrar em confronto armado, e a dúvida que persiste é se os gays teriam condições de rastejar na lama, passar dias sem comer ou beber ao lado de cadáveres, de fazer investidadas contra outros soldados que atiram para matar, de cortar gargantas, ou enfiar baionetas em outros seres humanos. Se os gays acham que podem responder positivamente a estas situações de extrema exigência psicológica e física, então que sejam bem-vindos às Forças Armadas, mas por favor, sem viadagens". E agora sim, assino embaixo. -q
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Andre L.
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"A atividade militar sempre considera apossibilidade de um dia ter que entrar em confronto armado, e a dúvida que persiste é se os gays teriam condições de rastejar na lama, passar dias sem comer ou beber ao lado de cadáveres, de fazer investidadas contra outros soldados que atiram para matar, de cortar gargantas, ou enfiar baionetas em outros seres humanos. Se os gays acham que podem responder positivamente a estas situações de extrema exigência psicológica e física, então que sejam bem-vindos às Forças Armadas, mas por favor, sem viadagens"

O primeiro que gritar "uuuuuuuiiii" quando encarar a "arma" do inimigo tem que ser executado por sumária traição à pátria u___u

Enfim, realmente eu concordo com a Petit. Lugares e lugares. Mas é claro que, como meu professor sempre falava, toda generalização é burra. Há homossexuais que irão aproveitar e rolar num quartel, e há aqueles que vão encarar a situação com consciência. Afinal, todos que estão lá forçados estão ali para lutar pela pátria brasileira, e não pra se esfregarem uns nos outros. Assim como há mulheres que servem ao exército e não ficam fazendo surubaladas no alojamento, tem aquelas que 'servem' a pátria dos mais variados tipos (e posições) possíveis. Vai do pensamento de cada um, se estão lá pra defender o país ou pra "se comerem uns aos outros e a eles mesmos". ;D

O cara deu a opinião dele de um jeito meio infeliz, mas não deixou de ter um tanto de razão no que disse u__u
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